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Rodrigo Maia convida Judiciário a aderir à reforma administrativa
Autor
Adriano Roberto

Rodrigo Maia convida Judiciário a aderir à reforma administrativa

Ao receber nesta quinta-feira (8) uma proposta de agenda legislativa para modernizar o serviço público, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), convidou o Poder Judiciário e o Ministério Público a aderir ao debate da reforma administrativa.

“A reforma administrativa tem de ser ampla e impactar os três Poderes. Existem muitas dúvidas jurídicas de tratar de outro poder sem ser por iniciativa própria. Não será bom se não trouxermos o Supremo e o Ministério Público a esse debate. A reforma do Poder Judiciário de 2005 criou uma estrutura nos três Poderes com salários iniciais muito altos, onde as carreiras perderam a importância”, disse Maia.

Os poderes Executivo e Legislativo já apresentaram projetos de reforma administrativa.

Retorno

Rodrigo Maia participou de evento promovido pela Frente Parlamentar da Reforma Administrativa. Foi a primeira vez que ele esteve na Câmara depois de se recuperar da Covid-19.

Usando máscara, Maia falou da importância da prevenção e de observar as normas sanitárias. “Mais de 20% do meu pulmão foi contaminado, não fui internado por muito pouco”, revelou. “De hoje até a vacina, em todo lugar público que estiver, vou usar máscara para mostrar a todos a importância da prevenção.”

O presidente da Câmara ainda afirmou que a reforma administrativa tem urgência, mas não tem pressa. Ele espera que esteja pronta até o segundo semestre de 2021. “Trabalhamos junto com o Executivo e a equipe econômica. Precisamos da união de esforços para esse processo urgente, sem açodamento, sem pressa. Nosso desafio é que o sistema público de saúde, de educação e de segurança atenda aos brasileiros da mesma forma, que todos tenham acesso ao serviço público de qualidade”, declarou.

Maia agradeceu ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pelo “esforço enorme” em agendas muito difíceis. Presente no evento, o ministro elogiou o trabalho de Rodrigo Maia pelas reformas de transformação do Estado brasileiro. “Agradecemos sempre a este Congresso reformista pelo apoio às reformas do governo Bolsonaro”, apontou.

“O presidente Rodrigo Maia tem apoiado essas reformas, como a da Previdência, e trabalhamos juntos no combate à pandemia. A democracia brasileira deu uma prova de vigor, porque respondemos com muita efetividade à doença que invadiu nossos lares. Estamos construindo nossas defesas com essas crises, voltando ao leito das reformas”, disse Guedes.

Agenda legislativa

Apresentada pelo coordenador da Frente Parlamentar da Reforma Administrativa, deputado Tiago Mitraud (Novo-MG), a agenda legislativa sobre o tema tem quatro pontos:

- redução de distorções entre determinadas carreiras do funcionalismo, por meio da PEC 32/20 e emendas e projeto dos supersalários;
- modernização da gestão de pessoas e concursos, com a criação de um órgão central de gestão de pessoas no governo, para blindar interesses privados e corporativismo;
- segurança jurídica para dar maior suporte à tomada de decisões por servidores públicos;
- modernização da gestão por resultados de governos brasileiros.

"Precisamos modernizar a estrutura organizacional", disse Tiago Mitraud, que também citou a necessidade de regulamentar a gestão por resultados nos governos. "Temos proposições neste sentido que vão vir num segundo momento de propostas da nossa agenda."

Posição contrária

Contrário à reforma administrativa, o presidente da Frente Parlamentar do Servidor Público, deputado Professor Israel Batista (PV-DF), elogiou a posição do presidente da Câmara de manter contratos, excluindo os servidores antigos da reforma. No entanto, ele criticou a sugestão de Rodrigo Maia de manter dois modelos de serviço público.

“O presidente Rodrigo Maia fez uma fala, ao meu ver, temerária. O regime jurídico único foi uma conquista da democracia brasileira. Imagine ter no mesmo órgão servidores estáveis e não estáveis. Se mantivermos vínculos diferentes, vamos gerar disputas muito ruins dentro das categorias”, comentou.

Para o parlamentar, a reforma administrativa tem um caráter "gerencialista". “A reforma tenta aplicar ao Estado os princípios do mercado privado. No setor público, não existe concorrência, existe cooperação. Não se pauta pela lógica do setor privado”, argumentou.

Mesmo contrário à reforma administrativa “por princípio e em todos os aspectos”, Professor Israel Batista concorda com duas propostas apresentadas na agenda legislativa: a regulamentação do teto remuneratório constitucional e o órgão central para gestão de pessoal. “O teto tem que valer para todos os poderes”, defendeu. “Isso é uma convergência que temos.”

Fonte: Agência Câmara de Notícias



Eleições 2020: mais da metade dos prefeitos tentarão reeleição
Autor
Adriano Roberto

Eleições 2020: mais da metade dos prefeitos tentarão reeleição

Dos 5.568 municípios que escolherão prefeitos nas eleições deste ano, em 3.383 (61% do total) os atuais gestores concorrerão à reeleição. Outros 1.015 prefeitos poderiam concorrer por estar no primeiro mandato, mas desistiram de tentar um novo mandato. Os dados fazem parte de levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). 

O primeiro turno nas eleições será realizado no dia 25 de outubro e o segundo turno, no dia 29 de novembro. As datas originais eram 4 de outubro e 25 de outubro, mas foram adiadas pelo Congresso Nacional por causa da pandemia de covid-19. 

Ao todo, 19.164 candidatos concorrerão ao cargo de prefeito. Dos atuais prefeitos, 4.398 (79%) estão em seu primeiro mandato e poderiam concorrer a um novo período, mas 1.015 desistiram. 

O levantamento mostra que o percentual de candidatos à reeleição caiu após um período de estabilidade. Em 2016, dos 2.407 candidatos à reeleição, 1.191 se reelegeram (49,48%). Em 2012, dos 2.418 que tentaram a reeleição, 1.512 se reelegeram (62,53%). Na eleição anterior, em 2008, 3.361 prefeitos buscaram a reeleição e desses, 2.101 voltaram ao cargo (62,51%).

Nesses 3.383 municípios onde haverá disputa por reeleição, os candidatos estarão concorrendo aos votos de 88,3 milhões de eleitores. A soma da população dessas cidades é de 123,3 milhões de pessoas.

“Isso demonstra que, em uma parcela bastante significativa do Brasil, os atuais gestores colocam de novo o seu nome na disputa por entender que fizeram uma boa gestão. Temos que aguardar os resultados para saber se essas candidaturas terão êxito”, diz a confederação. 

Capitais

Os prefeitos de 13 capitais brasileiras tentarão a reeleição. Doze estão no segundo mandato e não podem disputar um novo pleito. O prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), anunciou em agosto que não disputará a reeleição e deixará a vida política após 62 anos de vida pública. 

Candidatos à reeleição

Edvaldo Nogueira (PDT) Aracaju (SE)

Alexandre Kalil (PSD) Belo Horizonte (MG)

Marquinhos Trad (PSD) Campo Grande (MS)

Emanuel Pinheiro (MDB) Cuiabá (MT)

Rafael Greca  (DEM) Curitiba (PR)

Gean Loureiro (DEM) Florianópolis (SC)

Álvaro Costa Dias (PSDB) Natal (RN)

Cinthia Ribeiro (PSDB) Palmas (TO)

Nelson Marchezan (PSDB) Porto Alegre (RS)

Hildon Chaves (PSDB) Porto Velho (RO)

Socorro Neri (PSB) Rio Branco (AC)

Marcelo Crivella (Republicanos) Rio de Janeiro (RJ)

Bruno Covas (PSDB) São Paulo (SP)

Em 2016, os prefeitos de 15 capitais foram reeleitos: Rio Branco (AC), Salvador (BA), Teresina (PI), Boa Vista (RR), Natal (RN), João Pessoa (PB), Palmas (TO), Vitória (ES), Belém (PA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Manaus (AM), Macapá (AP), São Luís (MA) e Maceió (AL).



Moro critica ataques à Lava Jato e Bolsonaro diz ter um ministro muito melhor
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Adriano Roberto

Moro critica ataques à Lava Jato e Bolsonaro diz ter um ministro muito melhor

Horas depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ter afirmado que a Lava Jato acabou, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro disse na noite de quarta-feira (7) que tentativas de interromper a operação "representam a volta da corrupção".

"As tentativas de acabar com a Lava Jato representam a volta da corrupção. É o triunfo da velha política e dos esquemas que destroem o Brasil e fragilizam a economia e a democracia. Esse filme é conhecido. Valerá a pena se transformar em uma criatura do pântano pelo poder?", escreveu nas redes sociais o ex-ministro, que enquanto juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba proferiu algumas das decisões mais conhecidas da operação.

Moro, que deixou o governo rompido com Bolsonaro, acusando-o de tentar interferir na independência da Polícia Federal, respondeu a uma declaração feita pelo presidente na quarta. Em uma cerimônia sobre medidas de desburocratização do setor aéreo, Bolsonaro disse que a Lava Jato acabou porque, segundo ele, "não tem mais corrupção no governo".

"Eu desconheço lobby para criar dificuldade e vender facilidade, não existe. É um orgulho, uma satisfação que eu tenho dizer a essa imprensa maravilhosa nossa que eu não quero acabar com a Lava Jato. Eu acabei com a Lava Jato porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que isso não é virtude, é obrigação", afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro tem sido criticado, inclusive por ex-aliados, por tomar decisões que contrariam os defensores do conjunto de operações e investigações iniciadas em 2014. Entre elas, a nomeação de Kassio Nunes para o STF (Supremo Tribunal Federal), um juiz tido como garantista.

O núcleo garantista no Supremo costuma impor derrotas à Lava Jato.

Além do mais, Bolsonaro adotou nos últimos meses um tom mais pragmático e tem priorizado uma boa relação tanto com o Judiciário quanto com o Congresso Nacional, em contraposição ao discurso crítico da chamada velha política que marcou sua campanha eleitoral.

Novas críticas a Moro

Na manhã desta quinta-feira (8), Bolsonaro fez novas críticas a Moro, desta vez durante cerimônia de encerramento do curso de formação profissional de agentes da Polícia Federal.

"Temos um compromisso de combate à corrupção. Eu tenho colaborado com a Polícia Federal, ajudando ao escolher ministros não por critério político ou por apadrinhamentos, mas por critério de competência, como temos o ministro da Justiça André Mendonça. 

Me desculpem, muito, mas muito melhor do que outro [Moro] que nos deixou há pouco tempo. A prova está aí: recorde de apreensão de drogas, de recursos e de prisões de bandidos, entre outros", afirmou o presidente.

"Eu não tenho dado motivo para a Polícia Federal ir atrás dos meus ministros, diferentemente do que acontecia no passado", complementou.

Também na manhã desta quinta, Moro fez outra publicação nas redes sociais para defender a operação Lava Jato.

"Importante iniciativa do STF de levar ao plenário os inquéritos e ações penais. Essa mudança dará mais homogeneidade às decisões da Corte", escreveu.

No dia anterior, o STF decidiu que as ações criminais em curso na corte voltarão a ser julgadas pelo plenário do tribunal.

Assim, a análise dos processos da Lava Jato sairão da Segunda Turma, que tem imposto sucessivas derrotas à operação.

O ministro Luiz Fux é um defensor da operação, e esta foi a primeira vitória dele na presidência do Supremo contra a ala da corte que critica os métodos da Lava Jato.



CEO do Poder do Voto lança novo aplicativo
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Adriano Roberto

CEO do Poder do Voto lança novo aplicativo

É com muita satisfação que me dirijo a você, que já conhece o Poder do Voto app, para trazer mais umanovidade: a nova versão do nosso aplicativo, aproximando ainda mais você do que acontece no Congresso Nacional e de tudo que pode mexer com sua vida!

Agora, com a nova versão do Poder do Voto, você pode:

• Mudar o seu voto, mesmo após a votação da Lei;
• Saber se a Lei foi ou não foi aprovada;
• Ter acesso a uma nova e mais ágil versão do ME REPRESENTA;
• Votar de forma retroativa nas Leis maisrepresentativas.

Além disso, as perguntas mais importantes que você poderesponder usando a nova versão do Poder do Voto app:

• Quais são os políticos que melhor ME REPRESENTAM? 
• Quem são os Deputados e Senadores que votam mais parecido comigo?
• Como posso fugir das fake news e conhecer a opinião de entidades das mais diversas correntes de maneira rápida, resumida e 100% gratuita?
• Quais os principais temas em votação no Congresso Nacional que podem afetar a minha vida, a partir de uma fonte totalmente isenta e confiável?

Em menos de 18 meses do seu lançamento, contando exclusivamente com apoiadores pro bono e pessoas interessadas no debate construtivo (como você!) o Poder do Voto já computa a importante marca de mais de 650 mil votos registrados por mais de 70 mil usuários do aplicativo!

Espero continuar contanto com a sua participação, indicação e compartilhamento. 

Atualize seu app e siga o Poder do Voto nas redes sociais:

 

Um abraço,

Mario Mello

CEO e Fundador 

www.poderdovoto.org



 DETRAN-PE no feriado de Nossa Senhora Aparecida 2020
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Adriano Roberto

DETRAN-PE no feriado de Nossa Senhora Aparecida 2020

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação – Seduh, por meio do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco - DETRAN-PE, informa o abre e fecha da Sede do Órgão, Unidade de Táxis e Coletivos – DUAT, das Circunscrições Regionais de Trânsito – Ciretrans, lojas da Autarquia nos shoppings e dos Expressos Cidadão, em virtude do feriado de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, comemorado no dia 12 de outubro.

Já as Operações Rota de Fuga e Trânsito Seguro estarão com seus agentes nas ruas para garantir aos cidadãos mais tranquilidade. É importante que cada um faça seu papel. Prudência na hora de dirigir e não fazer uso da mistura fatal álcool e direção. A Coordenadoria de Educação para o Trânsito estará na segunda-feira (12), no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, com ação educativa voltada para os pais e as crianças.

As Ciretrans de Afogados Da Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Cabo De Santo Agostinho, Carpina, Caruaru, Garanhuns, Gravatá, Jaboatão Dos Guararapes, Limoeiro, Olinda, Palmares, Paulista, Petrolina, Santa Cruz Capibaribe e Timbaúba estarão abertas, exclusivamente, para os usuários que querem obter a primeira Carteira Nacional de Habilitação – CNH, mediante a agendamento prévio.



Paulo Câmara anuncia o início das operações da Azul em Serra Talhada e Caruaru
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Adriano Roberto

Paulo Câmara anuncia o início das operações da Azul em Serra Talhada e Caruaru

O governador Paulo Câmara anunciou, nesta quinta-feira (08.10), que o Sertão e o Agreste passarão a ser conectados pelo serviço de transporte aéreo. A Azul Linhas Aéreas vai ofertar voos diretos e regulares para o Recife, duas vezes por dia, dos aeroportos Santa Magalhães, em Serra Talhada, e Oscar Laranjeiras, em Caruaru. 

O início das operações acontece a partir de 11 de novembro e se soma a outras ações do Estado para fomentar o desenvolvimento econômico, social e turístico desses municípios, consolidados como cidades polos. O anúncio aconteceu durante encontro, no início da tarde, no Palácio do Campo das Princesas, com as presenças da secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, e de diretores da Azul.

“A Azul já é uma grande parceira de Pernambuco com a conectividade implantada no hub do Recife. Hoje, avançamos para interiorizar esse processo em Caruaru e em Serra Talhada. Serão dois voos diários a partir de 11 de novembro. Isso vai ajudar a desenvolver mais ainda o interior do Estado. É uma parceria que visa o futuro, a qualidade de vida e o desenvolvimento das regiões”, detalhou o gestor estadual.

As vendas de passagens para as novas bases de operações da companhia já estão abertas em todos os canais oficiais da empresa. A Azul Conecta, sub-regional da companhia aérea, será a responsável por cumprir as ligações entre as cidades do Sertão e Agreste com a capital pernambucana. As operações serão realizadas com os aviões Cessna Gran Caravan. 

Para a secretária Fernandha Batista, a iniciativa está alinhada com o foco de fortalecer o desenvolvimento regional, que é uma das metas estabelecidas pelo governador Paulo Câmara. “O início da operação comercial da Azul em Serra Talhada e Caruaru é um passo muito importante para a retomada do crescimento econômico do Estado, proporcionando, entre outras coisas, a melhoria da mobilidade, o fortalecimento do turismo e a garantia de uma acessibilidade multimodal. 

É mais um passo estratégico para a atração de novos investimentos por se tratar de um equipamento que vai permitir a conexão dessas duas cidades com o resto do país, o que impulsiona a geração de emprego e renda, sobretudo, nesse contexto imposto pela pandemia.”

O presidente da Azul, John Rodgerson, disse que Pernambuco teve a retomada de voos mais rápida do Brasil. “Estamos super animados. Através dessas duas cidades, as pessoas poderão ir para qualquer lugar do Brasil por causa do nosso grande hub aqui na região. É o maior hub do Nordeste, que está conectado com todas as capitais. É tempo para voar, tempo para trabalhar e com isso vamos resgatar nossa indústria.”

A retomada das operações regulares vem coroar uma série de intervenções que o Governo do Estado vem fazendo da área de alcance das duas cidades. Em Caruaru, por exemplo, há a implantação da Adutora do Agreste, a duplicação da BR-104 e a expansão do esgotamento sanitário em diversos municípios da bacia do Ipojuca. Já em Serra Talhada, pode-se destacar o Hospital Geral do Sertão – Eduardo Campos e a recente inauguração do campus definitivo da UPE no município.



Sebastião Oliveira confirma voo da Azul para Serra Talhada
Autor
Adriano Roberto

Sebastião Oliveira confirma voo da Azul para Serra Talhada

O deputado Sebastião Oliveira acaba de ter a confirmação de que a empresa aérea Azul já vai começar a operar os voos para Serra Talhada.

A com nfirmacao veio numa reunião, a pouco, no Palácio do Campo das Princesas, junto com o Governador Paulo Câmara e representantes da empresa.

Os detalhes serão conhecidos posteriormente.



Acabei com a Lava Jato porque não tem mais corrupção no governo, diz Bolsonaro
Autor
Adriano Roberto

Acabei com a Lava Jato porque não tem mais corrupção no governo, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, 7, que acabou com a Operação Lava Jato, porque, segundo ele, "não há mais corrupção no governo". A declaração foi uma resposta às críticas de lavajatistas por ter se aproximado de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que se posicionam contrários à operação tocada pelo ex-juiz Sérgio Moro.

Os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli chancelaram o nome do desembargador Kassio Marques para a vaga a Corte. Bolsonaro selou a indicação após uma reunião com os dois integrantes da Corte. O gesto motivou uma reação negativa de apoiadores e aliados tradicionais do presidente.

"É um orgulho, é uma satisfação que eu tenho, dizer a essa imprensa maravilhosa que eu não quero acabar com a Lava Jato. Eu acabei com a Lava Jato porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que isso não é virtude, é obrigação", disse em cerimônia no Palácio do Planalto nesta tarde.

A indicação de Kassio, costurada com o apoio do Centrão e do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), vem sendo contestada por diversos grupos de apoio ao presidente. Evangélicos, ideológicos militares e lavajatistas externaram nas redes sociais e nos bastidores do governo a decepção com o escolhido. Como o Estadão mostrou informações do currículo do desembargador são inconsistentes.

Nesta tarde, Bolsonaro voltou a sair em defesa de Marques. "Quando eu indico qualquer pessoa para qualquer local, eu sei que é uma boa pessoa tendo em vista a quantidade de críticas que ela recebe da grande mídia", disse Bolsonaro.



Missionária Michele Collins confere a realização de suas ações em Roda de Fogo
Autor
Adriano Roberto

Missionária Michele Collins confere a realização de suas ações em Roda de Fogo

A vereadora do Recife, Missionária Michele Collins (PP), visitou nesta quarta-feira (7) a comunidade de Roda de Fogo, no bairro dos Torrões, Zona Oeste do Recife, para rever algumas ações.

Na Comunidade de Roda de Fogo a Missionária foi ver as parte de iluminação e os postes que foram trocados por outros mais modernos e aproveitou para ver outras questões que podem ser melhoradas na comunidade.

A vereadora foi recebida com alegria pelos moradores que agradeceram pelas ações que ajudaram a melhorar a segurança do local e pediram para continuação dos trabalhos de Michele Collins na Câmara do Recife.

“Fico muito feliz em ver que as ações no qual, lutamos dentro da Câmara Municipal estão sendo realizadas e que eu, através de minha luta na Casa José Mariano posso melhorar a vida dessas pessoas”, afirmou a Missionária.

Michele está em uma série de visitas, as comunidades em que ela realizou ações e emitiu requerimentos de pavimentação, iluminação, desentupimento de valas, sinalização, creches, quadras esportivas ou algum serviço para melhora da vida da comunidade.

As visitas tem caráter de conferência das obras, na qual, a Missionária é autora. Além de pedir a prorrogação de seu mandato, para poder contribuir ainda mais para as comunidades carente da capital pernambucana.



Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros não confia na urna eletrônica
Autor
Adriano Roberto

Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros não confia na urna eletrônica

O episódio já é conhecido, assim como algumas de suas consequências. Menos de uma semana após a divulgação pelo TSE de que Dilma Rousseff (PT) havia sido reeleita presidente da República em 2014, o PSDB entrou com pedido no tribunal eleitoral para realização de auditoria no sistema de votação. Para além do embasamento técnico do pedido e das reais intenções de seus autores, esse movimento é uma expressão particular de um fenômeno que vem ganhando força no Brasil nos últimos anos: a desconfiança com relação à apuração dos votos.

Desde 2000, o processo de votação em todo o Brasil ocorre por meio de urnas eletrônicas. Esse mecanismo de votação aumentou fortemente a velocidade da apuração, diminuiu drasticamente o número de votos inválidos, dentre outros efeitos. No entanto, não faltam movimentos políticos e atores que levantam dúvidas, quando não negam, sobre a lisura dos resultados oficiais.

O pilar central da democracia é o respeito ao resultado oriundo de eleições competitivas. Em que medida a desconfiança da apuração de votos está espraiada na opinião pública? Existem determinados perfis sociais mais propensos a adotar tal opinião? Como variáveis atitudinais se relacionam com essa desconfiança específica na contagem de votos?

Para responder a essas perguntas, vamos utilizar o survey A Cara da Democracia, realizado pelo Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação. Foram realizadas 2.500 entrevistas em todos os estados do Brasil. O campo foi realizado entre 15 e 23 de março de 2018.

Dentre outras questões, a pesquisa perguntou aos eleitores brasileiros: “O(a) Sr.(a) confia que a contagem de votos nas eleições no Brasil é feita de maneira honesta?”. O gráfico abaixo apresenta a distribuição de respostas:

Os resultados da pesquisa apontam para um cenário pessimista: a maioria dos eleitores afirma não confiar que a apuração de votos seja realizada de forma honesta. Apenas 10% diz que confia muito na honestidade da apuração dos votos.

Essa opinião varia por características sociais? Variáveis atitudinais teriam relação com a desconfiança na apuração da eleições? Para avançar nesses pontos, e de modo a não complicar a análise, transformei as respostas expostas no Gráfico 1 acima em dicotômicas: não confia, de um lado, e confia um pouco, mais ou menos e muito, de outro (excluindo, portanto, a resposta “não sabe”). Dessa forma, lanço mão de um modelo logístico multivariado, que busca encontrar determinantes da ausência de confiança na apuração dos votos. Incluo duas ordens de variáveis independentes: de um lado, as medidas sociodemográficas: escolaridade, sexo, região de moradia e idade; e outro, duas medidas de opinião política: preferência pela democracia e interesse por política.

O gráfico abaixo sintetiza os resultados, expondo as razões de chance de cada variável, bem como seus respectivos intervalos de confiança (a 95%):



Os resultados sobre as variáveis atitudinais revelam que eleitores brasileiros que preferem a democracia à ditadura tendem a não desconfiar da apuração de votos no Brasil. O interesse por política também está negativamente correlacionado com essa opinião, mas o coeficiente é significativo apenas a 0,10. As dimensões demográficas, por sua vez, tendem a não ter significância. Ou seja, não existem diferenças sistemáticas de escolaridade, sexo e idade sobre desconfiança da apuração dos votos. Apenas região de moradia se mostrou uma variável importante: habitantes do Norte e do Sul tendem a desconfiar menos que do Sudeste, a categoria de referência. Já os do Nordeste, inversamente, tendem a desconfiar mais.


Dessa forma, parece ter-se indícios que a posição de desconfiança na apuração dos votos perpassa vários grupos sociais. No entanto, aqueles que defendem que “a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo” marcadamente depositam confiança na honestidade dos resultados eleitorais no Brasil.

Cabe ressaltar que a redação da pergunta e a natureza dos dados não permitem dizer se essas opiniões se devem ao mecanismo da urna eletrônica em particular, mas jogam luz sobre um fenômeno importante das percepções políticas da cidadania brasileira.



Votações na Câmara são canceladas após obstrução de partidos
Autor
Adriano Roberto

Votações na Câmara são canceladas após obstrução de partidos

A Câmara dos Deputados encerrou os trabalhos deliberativos na tarde desta terça-feira (6) em razão da obstrução de vários partidos.

O primeiro item da pauta era a Medida Provisória 993/20, que autoriza o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a prorrogar, até 28 de julho de 2023, 27 contratos de pessoal por tempo determinado para atender as necessidades do órgão.

A oposição obstruiu os trabalhos defendendo a votação da Medida Provisória 1000/20, que cria o auxílio emergencial residual, e a ampliação do valor de R$ 300,00 para R$ 600,00.

Outros partidos da base aliada também obstruíram os trabalhos por motivos diferentes, como a não instalação da Comissão Mista de Orçamento.

Auxílio emergencial
O líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), acusou o governo de trabalhar contra a votação da MP 1000/20 para evitar a aprovação de emendas que mantivessem o valor do auxílio em R$ 600. “O governo faz de tudo para deixar a MP caducar porque já está com seus efeitos produzidos. O governo comete irresponsabilidade com o Congresso”, reclamou.

Guimarães observou que a renda dos mais pobres cresceu 32% por conta do auxílio emergencial. “Não podemos prescindir do principal sustento da economia brasileira”, declarou.

Najara Araujo/Câmara dos Deputados
Coletiva de imprensa com líderes da Minoria, Oposição e partidos do campo na Câmara. Dep. José Guimarães (PT - CE)
Líderes de oposição anunciam obstrução enquanto não for votado o auxílio

O líder do PSB, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), lamentou o fato de a MP 1000/20 não ter sido ainda lida pelo presidente da Câmara. “Por isso, entende-se que a MP não tranca a pauta. Não temos nenhuma garantia que venha a ser votada ou sequer debatida”, lamentou. “Não é razoável que o presidente da República baixe pela metade o valor do auxílio emergencial aprovado pelo Congresso, e o Congresso não se manifeste.”

Na opinião da líder do Psol, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP), o auxílio emergencial foi uma conquista dos partidos de oposição. “O governo Bolsonaro nunca teve disposição de aprovar o auxílio emergencial. Sem ele, milhões de brasileiros teriam passado fome. A redução de R$ 600 para R$ 300 foi cruel. Quem perde é justamente a população mais pobre.”

A líder do PCdoB, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), lembrou que muitos dos 67 milhões de beneficiários do auxílio emergencial estão fora do Cadastro Único. “Depois de 1º de janeiro, nem o Bolsa Família vão receber”, alertou. “De fevereiro para cá, foram 12 milhões de trabalhadores desempregados. A tendência é piorar em 2021.”

Já a representante da Rede, deputada Joenia Wapichana (Rede-RR), observou que o auxílio emergencial é necessário não apenas para desempregados, mas também para trabalhadores rurais, quilombolas e indígenas.

Posição do governo
O deputado Giovani Cherini (PL-RS), que é um dos vice-líderes do governo, contestou as declarações de que a oposição era responsável pela aprovação do auxílio emergencial de R$ 600. “Quem aprovou o auxílio de R$ 600 foi a maioria, não a minoria”, refutou.

Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Ordem do dia. Dep. Giovani Cherini (PL - RS)
Giovani Cherini: “Quem aprovou o auxílio de R$ 600 foi a maioria, não a minoria”

Segundo o deputado, a crise na economia é consequência das políticas de isolamento social, defendidas erroneamente pela própria oposição. “O governo fez muito pela economia e pela saúde. Estamos sofrendo as consequências dos que defenderam os erros da Organização Mundial de Saúde”, afirmou.

O deputado ainda rejeitou as propostas da oposição de taxar grandes fortunas para financiar o programa Renda Cidadã. “Por que não taxaram as grandes fortunas quando estavam no poder durante 14 anos? Não fizeram porque não era possível”, afirmou.

Em contraponto, Giovani Cherini pediu que a oposição ajude a votar a regulamentação do teto do funcionalismo público (PL 6726/16) e a extinção dos chamados “supersalários” no serviço público. “Se votarmos, dá para pagar o auxílio. Todo mundo tem que ganhar como está na Constituição”, declarou.

Cherini também sugeriu obter recursos com a reforma administrativa e com a venda de patrimônio público e de estatais que não dão resultado. “A oposição só se preocupa com os gastos, mas não com os recursos”, acusou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



Coronel Feitosa se reúne com representantes do Movimento Pró Armas para debater uso do porte de armas
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Adriano Roberto

Coronel Feitosa se reúne com representantes do Movimento Pró Armas para debater uso do porte de armas

O Coronel Feitosa (PSC) se reuniu com o grupo Pró Armas, presidido por Marcos Pollon, que organiza ações em busca da restauração do direito à legítima defesa com o uso da arma de fogo em todo o Brasil; e com a Associação dos Atiradores de Pernambuco (ACP), que tem como presidente Luiz dos Santos e que atua na promoção do esporte de tiro. Juntos, eles debateram sobre o uso do porte de armas para os cidadãos recifenses.

Feitosa ouviu atento às propostas de ambos e se posicionou a favor do porte de armas de fogo. “Eu tenho plena convicção de que o cidadão de bem deve ter a posse e o porte de armas. Com o direito de se armar, a cidade fica muito mais protegida. É inadmissível tirar do cidadão de bem o direito de possuir uma arma para a sua defesa pessoal”.

O candidato voltou a defender o porte de armas para os guardas civis municipais, não só para a própria defesa como também para a defesa do cidadão. “Para isso, eles vão receber treinamentos com convênio dentro das academias das polícias militar e civil. Vão ser profissionais muito bem treinados para garantir a segurança de todos e vão poder contar com todo o meu apoio, pois a segurança do Recife e dos recifenses será comandado por mim pessoalmente ”, explica o Coronel.