Blog do Adriano Roberto


Clarissa Tércio defende o Hino Nacional na Alepe
Autor
Adriano Roberto

Clarissa Tércio defende o Hino Nacional na Alepe

Nesta terça-feira, (26/02) a deputada estadual Clarissa Tércio (PSC) defendeu a execução do Hino Nacional na Assembleia Legislativa do Estado. A parlamentar que é filha do coronel da reserva (PM) Francisco Tércio e ex-aluna do Colégio Militar, relembrou a alegria que sempre teve no momento que cantava o Hino e acompanhava o hasteamento da Bandeira do Brasil. Clarissa lamentou a polêmica criada por parte da imprensa e de alguns políticos em relação ao conteúdo de recente carta enviada pelo Ministério da Educação (MEC). No texto, o ministro Ricardo Vélez Rodríguez pede que o Hino Nacional seja cantado por alunos e demais integrantes das escolas. De acordo com o texto enviado, isso não é uma obrigação e as escolas que desejarem poderão fazer voluntariamente”, explicou Clarissa. De acordo com o MEC, a atividade faz parte da política de incentivo à valorização dos símbolos nacionais.

A deputada social cristã, que faz oposição ao Governo, ainda criticou a postura adotada hoje pela Secretaria de Educação do Estado que divulgou NOTA afirmando que não aplicará a medida proposta pelo MEC nas escolas da rede pública estadual. “Como patriota, fiquei envergonhada ao ler a NOTA do Governo. Infelizmente o desinteresse quanto à valorização do civismo foi uma herança de anos de governo com viés ideológico de esquerda. Por isso, precisamos urgentemente resgatar o civismo por meio do uso dos Símbolos Nacionais, de acordo com a legislação que rege esses dispositivos. Graças a Deus, estamos vivendo um novo tempo no Brasil onde se faz necessária uma nova conscientização no sentido de que as autoridades tomem conhecimento da real aplicação da Lei Nº 5.700 de 1971”, justificou a deputada.

A deputada bolsonarista fez referência ao artigo 39 que assegura: “é obrigatório o ensino do canto e da interpretação da letra do Hino Nacional em todos os estabelecimentos de ensino, públicos ou particulares, do primeiro e segundo graus”. Em 2009, incluído pela Lei nº 12.031, um parágrafo único foi acrescentado ao artigo: “nos estabelecimentos públicos e privados de ensino fundamental, é obrigatória a execução do Hino Nacional uma vez por semana”.

Clarissa Tércio finalizou o discurso dizendo que a execução do Hino Nacional, pelo menos uma vez por semana, é legal para escolas públicas e particulares do ensino fundamental e citou uma frase do filósofo Olavo de Carvalho: “todo inimigo do Hino Nacional é um inimigo da Nação”.



Em segredo, Paulo Prêto do PSDB recorre a Gilmar, que já o soltou 2 vezes
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Adriano Roberto

Em segredo, Paulo Prêto do PSDB recorre a Gilmar, que já o soltou 2 vezes

O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, apontado pela Operação Lava Jato com operador do PSDB, recorreu ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira, 25. A defesa de Vieira de Souza entrou com uma Reclamação - instrumento jurídico que visa preservar a competência da Corte mais alta do País e garantir a autoridade de suas decisões - em segredo de Justiça.
 
A Reclamação, em processo físico, foi distribuída a Gilmar por prevenção ao inquérito 4428 - no qual Vieira de Souza é investigado. Esta apuração foi enviada para a Justiça Eleitoral de São Paulo por decisão da Segunda Turma - da qual Gilmar faz parte - no dia 12 de fevereiro.

Por volta das 16h, Gilmar tirou o sigilo do procedimento.

O ex-diretor da Dersa é réu em duas ações penais da Lava Jato em São Paulo, uma sobre supostos desvios de R$ 7,7 milhões que deveriam ser aplicados na indenização de moradores impactados pelas obras do Rodoanel Sul e da ampliação da avenida Jacu Pêssego e outra sobre cartel em obras viárias do Estado e do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Metropolitano.

No dia 13 de fevereiro, o ministro atendeu a um recurso da defesa do ex-diretor da Dersa e determinou novas oitivas de testemunhas na ação penal sobre os desvios de R$ 7,7 milhões e adiou o fim do processo que estava em sua última fase.

A Reclamação de Vieira de Souza foi ajuizada após sua prisão, em 19 de fevereiro, pela Lava Jato do Paraná. Nesta investigação, o operador é suspeito de lavagem de dinheiro no esquema da Odebrecht.

O Ministério Público Federal afirma que o operador disponibilizou, a partir do segundo semestre de 2010, a fortuna de R$ 100 milhões em espécie ao operador financeiro Adir Assad, no Brasil. Assad entregou os valores ao Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, aos cuidados do doleiro Álvaro José Novis - que fazia pagamentos de propinas, a mando da empresa, para vários agentes públicos e políticos, inclusive da Petrobrás.

Em contrapartida, relata a investigação, a Odebrecht repassou valores, por meio de contas em nome de offshores ligadas ao Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, ao operador Rodrigo Tacla Duran.

"Esse, por sua vez, repassou o dinheiro, ainda no exterior, mediante a retenção de comissões, diretamente a Paulo Vieira de Souza, ou, por vezes, a doleiros chineses, que se encarregavam de remeter os valores, também por meio de instituições bancárias estrangeiras, ao representado (Paulo Vieira de Souza)", narrou a Lava Jato.

A Procuradoria da República afirmou ainda que o ex-diretor da Dersa manteve R$ 131 milhões em quatro contas no banco Bordier & CIE, de Genebra, em nome da offshore panamenha Groupe Nantes SA, da qual o operador é beneficiário econômico e controlador. As contas foram abertas em 2007 e mantidas até 2017.

Os procuradores afirmam que a Odebrecht repassou ao operador do PSDB um total de EUR 275.776,04 em 26 de novembro de 2007, por intermédio de conta mantida em nome da offshore Klienfeld Services LTD. No ano seguinte, em 25 de março de 2008, por meio da offshore Dessarollo Lanzarote, o Groupe Nantes recebeu US$ 309.258,00. Em 19 de dezembro de 2008, por intermédio da offshore Shearwater Overseas, ligada à Andrade Gutierrez, Vieira de Souza foi beneficiário de US$ 643.774,00.

"Em 24 de dezembro de 2007, portanto logo após Paulo Vieira de Souza ter recebido da Odebrecht EUR 275.776,04, cuja transferência aconteceu em 26 de novembro de 2007, um dos responsáveis por sua conta mantida em nome do Grupo Nantes na Suíça solicitou a representantes do Banco a entrega de cartão de crédito no hotel Majestic Barcelona, na Espanha, para Aloysio Nunes Ferreira Filho", diz a investigação.

Ligado a governos do PSDB no Estado, ele foi diretor da Desenvolvimento Rodoviário S.A (Dersa), estatal paulista. Suas relações com tucanos é muito antiga. Ele desfruta da fama de que detém informações privilegiadas. Com informações do Estadão Conteúdo.



Lula nega ter incitado ocupação de triplex em Guarujá
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Adriano Roberto

Lula nega ter incitado ocupação de triplex em Guarujá

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestou depoimento nesta terça-feira, 26, à Polícia Federal em Curitiba no âmbito de um inquérito que investiga uma ocupação no triplex do Guarujá (SP). O apartamento é atribuído ao petista, condenado e preso na Operação Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro por reformas no imóvel. O advogado Manoel Caetano Ferreira, que defende Lula, relatou à saída PF que Lula declarou que "não incitou ninguém a invadir" o tríplex.
 
Em janeiro do ano passado, ao discursar em São Paulo após ter sua pena aumentada para 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Lula havia negado ser dono do tríplex. "Se eles me condenaram me deem pelo menos o apartamento", disse Lula, na ocasião. "Eu até já pedi para o Guilherme Boulos (líder do MTST) mandar o pessoal dele ocupar aquele apartamento. Já que é meu, ocupem."

Em 16 de abril, nove dias depois de Lula ser preso para cumprir a pena no processo do triplex, integrantes da Frente Povo Sem Medo e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto ocuparam o imóvel por cerca de 3 horas.

Na época, a advogada do MTST Débora Camilo informou que a ocupação era uma forma de manifestação à prisão do ex-presidente - Lula havia sido levado para a cadeia da Lava Jato, em Curitiba, no dia 7 de abril.

Nesta terça-feira, o advogado Manoel Caetano Ferreira declarou que Lula "fez aquela referência (ao triplex) em um discurso que durou mais de meia hora e esse trecho (sobre a ocupação) tem seis segundos".

A ocupação está sendo investigada pela PF em São Paulo. Uma delegada da Superintendência Regional paulista se deslocou nesta terça para Curitiba, onde tomou o depoimento de Lula, que ocupa uma sala especial no prédio da PF na capital paranaense.

"Estava em um momento ainda de indignação com a injusta condenação pelo Tribunal Regional Federal e foi uma força de expressão que ele utilizou ao dizer que se o apartamento fosse dele, que o Guilherme Boulos com seu pessoal, poderia ocupar. Ele esclareceu (à PF) que foi uma força de expressão", declarou o defensor, após o depoimento de Lula.

"Ela (delegada da PF) quis saber se ele (Lula) tinha conversado com o Guilherme Boulos depois daquele dia, ele de fato jamais conversou, não conversou com nenhum membro do MTST, e, portanto, ele não incitou a ocupação."

Segundo o advogado, a ocupação foi uma ação do MTST. "O ex-presidente Lula não sabe quais foram os motivos, mas foi uma ação do movimento, que não foi esta a única ocupação como todos nós sabemos", disse.

"Não sei se houve exagero ou não (nesta investigação), mas de certa forma a contribuição que ele poderia dar para este inquérito era praticamente nenhuma. Ele só esclareceu o que disse aquele dia na praça e a polícia está fazendo seu papel de investigar uma ocupação que houve." Com informações do Estadão Conteúdo.



Fux nega foro especial a ministro do Turismo em caso de laranjas
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Adriano Roberto

Fux nega foro especial a ministro do Turismo em caso de laranjas

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio, para que a investigação sobre candidatas-laranjas do PSL aberta em Minas Gerais passe a tramitar no Supremo.

Para Fux, a jurisprudência do Supremo diz que supostos crimes eleitorais cometidos por candidatos à reeleição, como era o caso do ministro em 2018, não devem ser investigados na corte.

Segundo ele, o entendimento do tribunal é "no sentido de inexistir vinculação com o mandato parlamentar quando a investigação tem por objeto ilícitos exclusivamente eleitorais praticados, em tese, por parlamentar, não nesta qualidade, mas sim na condição de candidato em pleito eleitoral".

A Folha de S. Paulo revelou no dia 4 de fevereiro que o ministro do governo de Jair Bolsonaro patrocinou um esquema de candidaturas-laranjas nas últimas eleições com repasse do dinheiro público de campanha para contas de empresas ligadas a ex-assessores de seu gabinete na Câmara.

Uma investigação foi então aberta pelo Ministério Público em Minas.

Deputado federal licenciado, Álvaro Antônio recorreu então ao STF com base nas regras do foro especial. A defesa pediu liminar para suspender as investigações em Minas e transferi-las ao Supremo alegando que os supostos ilícitos foram praticados enquanto ele era deputado, e que, portanto, o caso tem ligação com seu cargo.

No ano passado, o Supremo definiu que o foro se restringe a supostos crimes cometidos no exercício do cargo e em razão dele.

Em sua decisão, Fux diz que a interpretação do Supremo sobre o tema é "caso a caso".

"Sobre o tema, esta corte revela numerosos precedentes, no sentido contrário ao pretendido pelo reclamante (ministro do Turismo)", diz o ministro do Supremo.

"Este mesmo entendimento foi reafirmado em múltiplas decisões monocráticas proferidas nesta corte, no sentido de determinar o declínio de competência para a justiça eleitoral, nos casos em que são investigados crimes exclusivamente eleitorais", ressalta.

Consultada por Fux, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, havia dado parecer contrário ao pedido do ministro do Turismo.

Dodge afirma que os fatos "em análise, mesmo tendo ocorrido durante o mandato de deputado federal do reclamante, são totalmente estranhos ao exercício do mandato, pois envolvem situações exclusivamente de cunho eleitoral, associadas apenas ao pleito eletivo de 2018".

No último dia 22, a juíza Grace Correa Pereira Maia, da 9ª Vara Cível de Brasília, negou pedido de liminar feito pelo ministro para censurar a Folha de S.Paulo. O ministro pediu que o jornal retirasse do ar reportagensque revelaram a ligação dele com um esquema de candidatas-laranjas.

Ao todo, o ministro pede que 13 reportagens sobre o caso sejam retiradas da internet e que o jornal seja condenado a pagar uma indenização de R$ 100 mil. Segundo a defesa de Álvaro Antônio, as reportagens da Folha de S.Paulo pretendem "ofender, insultar e afrontar a honra" do político.

Álvaro Antônio era presidente do PSL em Minas e tinha o poder de decidir quais candidaturas seriam lançadas. As quatro candidatas-laranjas receberam R$ 279 mil da verba pública de campanha da legenda, ficando entre as 20 que mais receberam dinheiro do partido no país inteiro.

Desse montante, pelo menos R$ 85 mil foram destinados a quatro empresas que são de assessores, parentes ou sócios de assessores do hoje ministro de Bolsonaro. Ele nega irregularidades.

O escândalo dos laranjas do PSL, revelado pela Folha de S.Paulo, levou à queda do ministro Gustavo Bebianno do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência na última segunda-feira (18) e deixou o ministro do Turismo em situação delicada. Integrantes do PSL defendem a demissão de Álvaro Antônio.



Empresário de Abreu e Lima denuncia desvio de 30 mil para Bivar
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Adriano Roberto

Empresário de Abreu e Lima denuncia desvio de 30 mil para Bivar

O dono de uma empresa de serviços gráficos em Abreu e Lima (PE) contou a um político do estado, sem saber que estava sendo gravado, que participou de um esquema de desvio de verba na campanha a deputado federal de Luciano Bivar, presidente nacional do PSL, em 2018.

Segundo Luiz Claudio Cordeiro Palhares Junior, proprietário da Collossu's Empreendimentos, a pedido de um ex-vereador próximo a Bivar, ele rodou R$ 8.000 em materiais gráficos, mas emitiu nota no valor "de R$ 38 mil para ele pegar os R$ 30 mil".

O jornal "Folha de S. Paulo" teve acesso à gravação e publicou informações do esquema nesta terça-feira (26).

Como cita a publicação, o serviço em questão aparece na prestação de contas de Bivar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), no valor de R$ 41.602,68, sendo R$ 36.176,25 referentes ao serviço em si e R$ 5.426,43 a impostos.

De acordo com a nota fiscal da Collossu's Empreendimentos, foram confeccionados 200 perfurados, 1.200 adesivos, 100 mil santinhos, 60 mil praguinhas, 700 bandeiras e 300 camisas para a campanha do então candidato a deputado federal Luciano Bivar nas eleições 2018.

Na gravação, o político pergunta o que a empresa seria capaz de rodar e Palhares responde: "Tu pode fazer o seguinte, como eu fiz lá com o cara: ele rodou cerca de R$ 8.000 em material e tirou R$ 38 [mil] de nota, entendeste?".

Procurado, pela reportagem, o deputado disse que as contas de sua campanha foram aprovadas pela Justiça Eleitoral e que desconhece a situação descrita pela Folha.



Bolsonaro indica sete vice-líderes do governo na Câmara; veja quem são
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Adriano Roberto

Bolsonaro indica sete vice-líderes do governo na Câmara; veja quem são

O presidente Jair Bolsonaro formalizou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (26) a indicação de sete vice-líderes do governo na Câmara. Dentre eles, está Darcísio Perondi (MDB-RS), que foi um dos principais aliados do ex-presidente Michel Temer. Além do emedebista, foram escolhidos para a função: Capitão Augusto (PR-SP), Carlos Jordy (PSL-RJ), Coronel Armando (PSL-SC), José Medeiros (PODE-MT), Lucas Vergilio (Solidariedade-GO) e Major Fabiana (PSL-RJ).

De acordo com Perondi, a escolha dos nomes foi feita em reunião com parlamentares e o presidente Bolsonaro no Palácio do Planalto no início da tarde desta segunda-feira, 25. Também estava presente ao encontro o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

Ao Broadcast Político, Perondi disse que Bolsonaro "pediu apoio" para aprovar a reforma da Previdência. O deputado também contou que Bolsonaro "estava animado". Aos deputados, o presidente reforçou o discurso de que "sem a reforma o Brasil vai parar" e que "todos precisam ajudar". Com informações do Estadão Conteúdo.



Vídeo de venezuelanos comendo lixo faz Maduro deportar jornalistas
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Adriano Roberto

Vídeo de venezuelanos comendo lixo faz Maduro deportar jornalistas

Seis jornalistas da Univision Notícias, rede de televisão dos Estados Unidos com programação em espanhol, foram detidos por quase três horas no Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano, por ordem de Nicolás Maduro. Após a liberação, o grupo será deportado.

Segundo o veículo, o grupo entrevistava Maduro e, contrariado pelas perguntas, o ditador ordenou o confisco do material gravado e todo o equipamento, além de reter os jornalistas. Os repórteres relatam que mostraram ao chefe de Estado um vídeo de venezuelanos comendo lixo.

Segundo Jorge Ramos, um dos integrantes da equipe, o governo venezuelano os liberou após três horas, mas não devolveu o equipamento, os registros e artigos pessoais.

O Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa da Venezuela (SNTP) disse que a equipe de imprensa será deportada.  O ministro da Comunicação e Informação da Venezuela, Jorge Rodríguez declarou que o governo não se presta para “shows baratos”.

“(Por) Miraflores passaram centenas de jornalistas que receberam o tratamento decente que de forma habitual dividimos a quem vêm cumprir com o trabalho jornalístico, e publicaram o resultado desse trabalho. Não nos prestamos a shows baratos”, disse Rodríguez.

“Eles roubaram nosso trabalho. Isso é para se tornar público com ou sem vídeo”, afirmou o jornalista Jorge Ramos, que disse ter acordado a entrevista com Maduro na semana passada. Ele conta que, em um ponto da conversa, mostrou ao presidente um vídeo de venezuelanos comendo lixo, que o incomodou e gerou uma ordem de apreensão.

“O que eu disse Nicolas Maduro é que milhões de venezuelanos e muitos governos ao redor do mundo não o considera um presidente legítimo, mas um ditador. Isso é o que eu disse Nicolas Maduro, obviamente, não gostou e por isso parou o entrevista “, disse o jornalista.

Mais tarde, Enrique Acevedo, funcionário da mesma emissora, exibiu as imagens que teriam provocado controvérsia com Maduro.

Veja o vídeo dos venezuelanos comendo lixo no link abaixo:



Gonzaga Patriota se recupera de grande susto no Albert Einstein SP
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Adriano Roberto

Gonzaga Patriota se recupera de grande susto no Albert Einstein SP

O Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), apresentou um quadro viral, que gerou complicações no pulmão, fígado e trombose na região abdominal.

Está há 08 dias em tratamento intensivo, por ainda requerer cuidados. 

Patriota agradece, primeiramente a Deus e, também, aos seus familiares e amigos, pelo carinho, mensagens e orações de apoio, que lhe estão sendo enviados.

Particularmente, este repórter, que se considera um amigo do deputado, estará orando todos os dias pela saúde dele.



Operações Rota de Fuga e Trânsito Seguro nas últimas prévias
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Adriano Roberto

Operações Rota de Fuga e Trânsito Seguro nas últimas prévias

A Operação Rota de Fuga - ORF, desenvolvida pelo Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco - DETRAN-PE, vem fugindo do tradicional modelo da blitz estática, investindo na descentralização de suas equipes, com raio de cobertura abrangendo a via principal e suas secundárias, que recebem o trânsito. Além da ORF, o DETRAN-PE conta também com a Operação Trânsito Seguro – OTS, que foca infrações comuns no cotidiano, a exemplo da falta de atenção do condutor, refletida em hábitos como uso do celular ao volante e falta de uso do cinto de segurança. A OTS realiza blitz educativa e atua na fluidez do trânsito.

No último final de semana, o trabalho da ORF e OTS, com parceria da Polícia Militar e Batalhão de Polícia de Trânsito – BPTran, focando nas prévias carnavalescas como o Baile Municipal e o Olinda Beer, e também no Bloco de Carpina, resultou na abordagem de 1.050 veículos, desses, 34 foram removidos para o depósito do DETRAN-PE, e 127 autuados.  Foram realizados 528 testes de alcoolemia, desses 25 foram autuados, resultando em três flagrantes por crime de trânsito, uma vez que, o etilômetro marcou acima de 0,33 mg/l, os condutores foram encaminhados para a delegacia.

O Diretor Presidente do DETRAN-PE, Roberto Fontelles, alerta que os agentes de trânsito estarão nas ruas durante as festividades de momo para garantir aos cidadãos mais tranquilidade. É importante que cada um faça seu papel, os condutores devem ter prudência na hora de dirigir e não fazer a mistura fatal que é álcool e direção.



PSB assina manifesto de apoio a Maduro junto com outros partidos
Autor
Adriano Roberto

PSB assina manifesto de apoio a Maduro junto com outros partidos

Movimentos populares, partidos políticos e entidades brasileiras lançaram um manifesto em solidariedade ao governo venezuelano, no qual criticam o que chamaram de “ingerência dos Estados Unidos e a tentativa de golpe” no país vizinho, liderada pelo autodeclarado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó.

O documento foi lido durante uma entrevista coletiva em Boa Vista, Roraima, município que faz fronteira com a Venezuela. Participaram do evento Joaquin Piñero e Geomar Vilela, representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Rosangela Piovizani, do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Titonho Bezerra, vice-presidente do Partido do Trabalhadores (PT) no estado, e Gilberto Rosa, da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

“Denunciamos a intervenção imperialista dos Estados Unidos, com o bloqueio econômico e sequestro de bilhões de dólares que estão nos bancos americanos. Repudiamos a ameaça de intervenção militar na Venezuela. Repudiamos as declarações intervencionistas do presidente Jair Bolsonaro e seu chanceler Ernesto Araújo, que rompem com a tradição diplomática brasileira em busca da paz, diálogo e integração regional”, afirma o documento.

Além do MST, CUT e MMC, o texto foi assinado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Partido Comunista Brasileiro (PCB), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido dos Trabalhadores (PT). Com informações do Brasil 247.



Em meio à crise de laranjas, líder do PSL propõe fim de fundo eleitoral
Autor
Adriano Roberto

Em meio à crise de laranjas, líder do PSL propõe fim de fundo eleitoral

Na semana em que um ministro foi demitido e outro está ameaçado de ter o mesmo fim por causa de um esquema de candidaturas de laranjas do PSL, o líder o partido no Senado, Major Olímpio (SP), apresentou um projeto de lei que propõe a extinção do fundo especial de financiamento de campanha.

O fundo eleitoral, como é mais conhecido, foi usado para abastecer as candidaturas sob suspeita. Atualmente, as campanhas políticas são financiadas por recursos deste fundo, do fundo partidário e de doações de pessoas físicas.

Ao justificar a proposta, Olímpio argumenta que o fundo, criado em 2017, retira recursos que seriam destinados a emendas parlamentares, dinheiro usado por deputados e senadores para fazer obras em seus redutos eleitorais.

"Ora, não nos parece razoável, nem moral que as verbas que seriam objetos de emendas parlamentares que iriam ter como destinação a educação, segurança pública e a saúde brasileira sejam utilizadas para o financiamento de campanhas eleitorais", afirmou no projeto.

"Desde a época que foi aprovado este fundo, eu, já nos debates, me posicionei contrário, votei contrário ao fundo. Resolvi materializar no projeto. Não consultei a direção nacional do partido nem as pessoas do partido. É um iniciativa minha", disse o senador à reportagem.

No entanto, Olímpio admite que "o momento está propício" para discutir o tema.

"Nos casos que estão aí manifestos em inúmeros partidos, está cada vez mais clara a falta de critérios na própria lei e ainda a imoralidade de usar recurso público, no caso, R$ 1,750 bilhão [total de recursos do fundo]. A lei é absolutamente aberta, a distribuição é feita ao bel prazer do dirigente partidário", afirmou Olímpio, que também é presidente do PSL em São Paulo.

Na segunda-feira (18), o então ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, caiu após uma crise instalada no Palácio do Planalto com a revelação pela Folha da existência de um esquema de candidaturas de laranjas do PSL para desviar verba pública eleitoral.

O partido foi presidido por ele durante as eleições de 2018, em campanha presidencial de Jair Bolsonaro marcada por um discurso de ética e de combate à corrupção.

Além disso, integrantes do governo dizem acreditar na queda do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Reportagem da Folha revelou, em 4 de fevereiro, que o ministro do Turismo, deputado federal mais votado em Minas Gerais, patrocinou um esquema de quatro candidaturas de laranjas, todas abastecidas com verba pública do PSL, partido de Bolsonaro.

Nesta quinta-feira (21), o ministro do Turismo recorreu ao foro especial e pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que a investigação sobre candidatas-laranjas do PSL aberta em Minas Gerais passe a tramitar perante a corte. O ministro é alvo direto da apuração da Promotoria mineira.

O senador disse que a legislação atual tem brechas que permitem que os recursos eleitorais abasteçam candidaturas de laranjas.

"Você pode falar 'é lógico que era uma candidatura [de] laranja'. O recurso teve a destinação, foi utilizado, mas, na verdade, estava ali um guarda-chuva para a campanha dos marmanjos." Informações da FolhaPress.



Bogotá: Mourão diz que Brasil vai optar por não intervir na Venezuela
Autor
Adriano Roberto

Bogotá: Mourão diz que Brasil vai optar por não intervir na Venezuela

Na Colômbia para reunião entre os membros do Grupo de Lima, o vice-presidente Hamilton Mourão disse, na noite desse domingo (24), que a posição do Brasil será a de manter a linha de não intervenção na Venezuela.
 
"Vamos manter a linha de não intervenção, acreditando na pressão diplomática e econômica para buscar uma solução. Sem aventuras", disse Mourão ao blog do Camarotti, do "G1".
 
No encontro, que acontece nesta segunda-feira (25), em Bogotá, o Brasil deve defender uma pressão diplomática para o isolamento internacional do regime do presidente Nicolás Maduro.
 
Segundo o blog, de forma reservada, militares brasileiros têm reforçado que uma intervenção militar na Venezuela pode criar instabilidade na região. Reconhecendo isso, a posição do país será um contraponto de um eventual movimento dos Estados Unidos em defesa de intervenção na Venezuela.
 
Uma das maiores preocupações do governo brasileiro neste momento é com a situação da fronteira no estado de Roraima e o objetivo será diminuir a tensão na região.